Coaching para gestão de conflitos
O coaching é considerado uma abordagem positiva para solucionar conflitos, porque explora habilidades interiores que podem apoiar pessoas despreparadas. Conviver com as diferenças é uma das principais dificuldades no ambiente de trabalho.
A partir dessa convivência são gerados conflitos como brigas, rivalidades e sentimentos negativos de competição. Não é raro que haja em muitas organizações, abuso de autoridade, fofocas, pessoas despreparadas para trabalhar em grupo.
As piadas maliciosas com pessoas que não toleram brincadeiras também são fatores que podem alimentar conflitos. Em paralelo, podem ainda existir colaboradores que desconfiam de favoritismo dentro da corporação. Nada disso é saudável para qualquer empresa.
Diante disso, o coaching apóia a resolução de divergências, oferecendo a capacitação de habilidades e mudança comportamental. A ideia é apoiar os funcionários a aceitar suas diferenças de forma madura e imparcial, convivendo com respeito e cooperação.
As metodologias proporcionam flexibilidade, adaptabilidade, poder de oratória, persuasão e receptividade. Tudo isso para dar suporte inclusive para que os profissionais entendam que problemas pessoais podem afetar o cotidiano e impactar na produtividade.
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A função de um bom coach
Embora o coach não seja o responsável direto por solucionar os problemas de uma empresa ou de uma pessoa, ele apoia esses agentes ao encontro da solução. Bons coaches são parceiros de negócios e sugerem maneiras de solucionar conflitos.
Com isso, são capazes de aumentar a produtividade da equipe e melhorar o serviço do cliente. No entanto, é preciso tempo e paciência para implantar um programa de desenvolvimento profissional de elevada capacidade.
A organização que precisa solucionar conflitos internos deve buscar coaches interessados e especialistas nessa modalidade, com a abordagem global da empresa. Além de ser um parceiro do cliente rumo à solução do problema, o coach apoia a tomada de decisões.
O profissional foca ainda na capacidade de aprendizado autodirigido, desenvolvimento de competências e alcance de metas, por exemplo. Por fim, ele dá o suporte necessário para que o coachee (cliente) venha a ser um aprendiz de si mesmo.
Por meio do processo, quem busca o coaching passa a conhecer suas próprias estratégias de realizar as coisas e como atingir o que deseja. O objetivo é o autogerenciamento, instigando reflexões com base em perguntas estruturadas para gerar aprendizado.
Gestão de conflitos nas empresas: como fazer?
Conflitos costumam acontecer quando existem diferentes interpretações sobre um mesmo problema. Isso é algo que pode ser considerado muito comum, pois quase todas as pessoas têm percepções distorcidas de como as coisas realmente são.
Em pequenas empresas, onde o convívio é mais intenso, esses conflitos são ainda mais comuns. Quem impõe pontos de vista de maneira intransigente costuma gerar discussões com outros colaboradores, clientes e fornecedores.
Para que o empreendedor consiga minimizar conflitos entre os integrantes de sua equipe, é importante que tenha alguns cuidados. Vamos ver algumas valiosas informações para quem deseja reduzir a quantidade de conflitos ou sua intensidade em um time de trabalho.
Como evitar conflitos nas empresas
Em empresas, para se evitar conflitos desnecessários em equipe, é imprescindível que os gestores sejam empáticos e se coloquem na posição da outra pessoa. Afinal, muitos desentendimentos podem gerar prejuízos, portanto precisam ser levados a sério.
Portanto, com empatia, o gestor terá um ponto de vista distinto, que ajudará a compreender as razões que levaram o outro a tomar a decisão que levou ao conflito. O líder deve sempre ser justo antes de tomar qualquer medida, ouvindo e entendendo os dois lados conflitantes.
Deve ainda ter atitude racional e não se envolver emocionalmente se houver discussões ríspidas. É fato que as pessoas tendem a respeitar quem mantém seu autocontrole. Em contrapartida, há pouco respeito para um gestor sem inteligência emocional.
Como fazer a gestão
O gestor responsável por mediar a discussão deve fazer com que as partes mostrem seus argumentos de modo sereno. De preferência, tudo deve ser embasado em dados mensuráveis, para que as informações sejam aproveitadas numa proposta intermediária.
Por fim, o líder jamais deve se omitir perante discussões. Ou seja, é impensável que o gestor saia de cena antes de resolver o conflito. Se, após todas essas ações, o impasse persistir, então a gestão deve tomar as medidas cabíveis.
Às vezes, é preciso tomar partido de uma das posições e encerrar o problema, deixando claro quais os critérios levados em consideração para decidir. Quando os líderes seguem dessa forma para resolver conflitos, com o passar do tempo, uma coisa costuma ocorrer.
Os liderados percebem que a negociação equilibrada sempre é o melhor caminho. Com isso, as discussões dentro da empresa irão diminuir muito. Por todos esses motivos, a habilidade de resolução de conflitos é muito valorizada nas empresas atualmente.
Conclusão
O coaching emerge como uma ferramenta vital na gestão de conflitos, sobretudo em empresas. O processo oferece uma abordagem positiva ao explorar habilidades interiores que sustentam indivíduos despreparados para lidar com divergências.
A convivência no ambiente de trabalho, repleta de diferenças, frequentemente resulta em conflitos prejudiciais, como brigas, rivalidades e sentimentos negativos. Nesse sentido, o coaching surge como um aliado na resolução desses conflitos.
A metodologia capacita os profissionais a aceitar diferenças com maturidade, promovendo respeito e cooperação. Os coaches têm papel crucial ao oferecerem feedback motivacional e ao sugerirem maneiras de solucionar conflitos.
Tudo isso contribui para o aumento da produtividade e a melhoria do serviço ao cliente. Enquanto não são os responsáveis diretos pela resolução dos problemas, os coaches apoiam agentes na busca por soluções.
Também promovem aprendizado autodirigido, desenvolvimento de competências e alcance de metas. Segundo especialistas no assunto, a gestão eficaz de conflitos nas empresas é essencial para um ambiente de trabalho saudável.
A empatia e a justiça por parte dos gestores são destacadas como elementos-chave na prevenção e resolução de conflitos. Ao manter a calma em situações tensas, o líder cria um ambiente respeitoso, estimulando a resolução de conflitos de modo construtivo.
A gestão deve ser proativa, mediando discussões com base em dados mensuráveis e, quando necessário, tomando decisões claras e justificadas para encerrar impasses. A abordagem do coaching na gestão de conflitos destaca-se como uma ferramenta essencial.
Ela é capaz de promover a compreensão mútua, o respeito e a cooperação entre os integrantes da equipe. Tais aspectos contribuem significativamente para o sucesso e a harmonia nas organizações, algo que jamais pode ser desprezado.
Evolução que Conecta Pessoas ao Sucesso
Com mais de 23 anos de experiência, Sulivan França é referência em gestão de pessoas e desenvolvimento humano. Fundador da SLAC Educação e líder de empresas como Human Solutions Brasil, ele já impactou mais de 98.000 pessoas no Brasil e na América Latina, transformando vidas e negócios.
Formação e Especialidades
Sulivan combina expertise em Neurociências, Psicanálise e Gestão de Recursos Humanos, com uma visão estratégica apoiada por um MBA em Gestão Empresarial e Planejamento Tributário, alinhando crescimento sustentável, bem-estar e estratégia.