Inteligência organizacional com estratégia
A inteligência organizacional é a habilidade de uma empresa identificar situações que precisam ser aperfeiçoadas. Isso vale, por exemplo, para as etapas de programar, planejar e vislumbrar novas estratégias e recursos organizacionais.
Ela é importante para os sistemas da organização funcionarem em bom sincronismo. Tal iniciativa é valiosa para incorporar aspectos como inovação, qualidade, produtividade, rentabilidade, inteligência competitiva e gestão do conhecimento.
Para incorporar esse conceito, a empresa precisa fazer estudos, analisar o ambiente, verificar o que de fato requer mudanças. Mas não é só isso. Também é preciso elaborar objetivos, traçar metas e implementar todas as ideias e ações listadas.
Busque sempre um diferencial
Uma empresa com inteligência organizacional deve ter uma política de marketing e relacionamento permanente com os clientes. Além de fazer isso, necessita ainda buscar diferenciais de atendimento no mercado.
Empresas que possuem essas características têm uma forma particular de abordagem que as distingue das demais. Por exemplo, são aquelas que deixam os clientes sempre impressionados de maneira positiva em todos os contatos com a organização.
Em paralelo, as organizações inteligentes também são inovadoras procuram sempre oferecer novos produtos, conceitos ou formas de atendimento. Fazem isso com o objetivo de estar sempre um passo à frente da concorrência.
Responsabilidade social
É cada vez mais comum as pessoas associarem a imagem positiva de uma empresa com sua atitude de responsabilidade social. Por isso, um quesito forte de inteligência organizacional é a empresa ter uma política de responsabilidade na sociedade.
Em geral, não existe a necessidade de grandes investimentos. Ou seja, estamos falando de aspectos que são acessíveis à maioria das empresas. Basta, portanto, apenas que as organizações busquem agir de uma maneira inteligente.
Logo, para alcançar sucesso, é necessário que as corporações desempenhem um papel que vai além de desenvolver suas competências técnicas. Elas precisam incorporar também atributos que caracterizam sua inteligência organizacional.
Mas o que é inteligência organizacional?
A inteligência organizacional é a principal responsável pela satisfação das necessidades de clientes, funcionários, fornecedores e sócios de uma empresa. Trata-se de um modo adequado de conciliar os interesses dos envolvidos no papel de uma corporação.
Ao mesmo tempo em que obtém lucros, a empresa cumpre seu papel social prestando serviços aos seus clientes. Em paralelo, também satisfaz as necessidades dos colaboradores e exerce seu papel de responsabilidade social.
O clima motivacional
Algumas características são exemplos de inteligência organizacional. Um exemplo é o clima motivacional em que os profissionais desenvolvem seu trabalho de maneira produtiva e competitiva. Tudo isso alinhado a uma filosofia de trabalho comum.
Assim, os funcionários são avaliados por meio de regras claras e remunerados segundo méritos particulares e pelo trabalho em equipe. Outro exemplo é o recrutamento e a retenção de talentos, já que empresas inteligentes têm métodos eficazes para isso.
Possuem ainda política consistente para manutenção dos melhores profissionais, com incentivos à participação nos lucros, bônus por resultados e outras fórmulas. Além disso, sempre valorizam o crescimento profissional por meio de treinamentos.
O processo de recrutamento e seleção
O profissional que atua na área de gestão de pessoas ou lidera uma equipe conhece bem o seguinte roteiro. É muito comum pessoas serem contratadas por terem em seus currículos ótimas habilidades técnicas, e posteriormente demitidas por problemas comportamentais.
E é essa constatação que gera a contínua busca por maior assertividade nos processos de recrutamento e seleção dentro das empresas. Mas como conseguir isso? Como devem atuar os profissionais da área para ter processos que sejam mais assertivos?
A importância de conhecer as competências
Atualmente, a experiência profissional descrita no currículo é considerada algo muito importante. Porém, essa análise é apenas o primeiro filtro para escolher entre as centenas de bons candidatos que aparecem para uma entrevista de emprego.
A partir desse ponto, o gestor ou entrevistador começa a aplicar métodos de seleção de comportamento nos candidatos para que assim possa conhecer suas competências. É a hora da primeira entrevista com o selecionador e dos testes psicotécnicos.
No entanto, depois disso vem uma segunda etapa, tão ou mais importante, que é a entrevista com o futuro líder. Nesse sentido, segundo diversos estudos, ferramentas de assessment podem ser muito eficazes no processo de recrutamento e seleção.
Nesse momento, é importante que o líder faça o possível para conhecer a fundo o candidato. Para isso, as organizações que se destacam das concorrentes recorrem às ferramentas mais precisas que o mercado coloca à disposição.
Existem muitas ferramentas de análise de personalidade e cada uma com um objetivo diferente da outra. Todas, porém, possuem a intenção de determinar se o comportamento em questão está alinhado com o da futura equipe e do futuro líder.
Determine a personalidade do candidato
O ideal é que, nessa parte da seleção do comportamento, o gestor consiga determinar a personalidade do candidato. Ou seja, que o líder possa analisar a determinação, energia, afetividade e controle emocional do futuro colaborador.
É sempre importante lembrar que cada ser humano deve ser considerado único. Além disso, é mais fácil investir nos conhecimentos técnicos que faltam a um candidato do que reconduzir este profissional a práticas comportamentais adequadas.
O que existe são perfis diferentes, mais ou menos adequados a times já estabelecidos e a determinadas culturas. O profissional responsável pelo processo de recrutamento e seleção deve fazer o possível para escolher perfis adequados para a empresa.
Precisa ainda ter a certeza de que os profissionais se sentirão motivados e felizes nas funções que irão exercer. Portanto, deve-se ter o máximo cuidado nas etapas de um recrutamento e seleção. Logo, as melhores ferramentas devem ser levadas em conta.
Conclusão
A inteligência organizacional é um ponto considerado essencial na evolução e no sucesso das empresas no mercado atual. Tal conceito promove a identificação e aprimoramento contínuo de áreas que necessitam de desenvolvimento.
No entanto, esse processo não se limita apenas à implementação de estratégias organizacionais. Trata-se de algo que também abrange aspectos como inovação, qualidade, produtividade e responsabilidade social, por exemplo.
Para se destacar de seus concorrentes, uma empresa inteligente busca não apenas atender às expectativas dos seus clientes. Em paralelo, sempre procura estabelecer diferenciais de atendimento e inovação nas interações com os consumidores de seus produtos e serviços.
Além disso, a responsabilidade social tornou-se um critério relevante para a percepção positiva da imagem corporativa. A inteligência organizacional vai além do ambiente interno da empresa, abrangendo também todas as interações.
Estamos nos referindo a clientes, funcionários, fornecedores e a sociedade como um todo. O clima motivacional, a capacidade de recrutar e reter talentos, bem como a implementação de políticas consistentes, são exemplos de práticas que evidenciam essa inteligência.
No contexto do recrutamento e seleção, a busca por profissionais alinhados com as necessidades comportamentais da empresa é algo fundamental. Portanto, foi-se o tempo em que apenas as habilidades técnicas dos colaboradores eram suficientes.
Ferramentas de assessment e análise de personalidade desempenham um papel crucial nesse processo. Esses valiosos recursos permitem a escolha de candidatos cujos perfis se harmonizam com a cultura organizacional. E isso é um diferencial de respeito.
A inteligência organizacional é uma jornada contínua de autoavaliação, adaptação e aprimoramento. Nela, a empresa busca além do sucesso financeiro. O equilíbrio entre os interesses dos diversos stakeholders ajuda a torná-la agente eficaz no cenário corporativo.
Evolução que Conecta Pessoas ao Sucesso
Com mais de 23 anos de experiência, Sulivan França é referência em gestão de pessoas e desenvolvimento humano. Fundador da SLAC Educação e líder de empresas como Human Solutions Brasil, ele já impactou mais de 98.000 pessoas no Brasil e na América Latina, transformando vidas e negócios.
Formação e Especialidades
Sulivan combina expertise em Neurociências, Psicanálise e Gestão de Recursos Humanos, com uma visão estratégica apoiada por um MBA em Gestão Empresarial e Planejamento Tributário, alinhando crescimento sustentável, bem-estar e estratégia.